Tem situações que às vezes passam despercebidas e podem ser cruciais para barrar os resultados na loja. Semana passada nós falamos dos 7 erros muito comuns no varejo que impactam nas vendas de forma negativa. Agora, apresentamos algumas soluções para que você, varejista, possa aplicar na rotina da loja e evitar surpresas ruins no final do mês! Confira:

1 – Planejamento é o ponto de partida

Se planejar é o primeiro passo para somar números e alcançar o crescimento na loja. Antes de iniciar qualquer negócio ou até mesmo no início das atividades, é preciso ter conhecimento do mercado de atuação e alinhar os quesitos onde a loja pretende se destacar perante os concorrentes.

Conhecer um mínimo dos trâmites financeiros é essencial para saber lidar com situações básicas como calcular o lucro, acompanhar o fluxo de caixa e de estoque. A burocracia também é inevitável e, ao se inserir no mercado, existe a necessidade de conhecer bem a legislação que vigora sobre o setor e se planejar para evitar contratempos. Tenha um departamento de contabilidade para auxiliar nessas questões.

O bom planejamento inclui ainda conhecer bem os produtos ofertados e se atentar para as inovações do mercado, buscando inovar sempre nos processos e produtos para conseguir concluir a venda. Lembrando que o consumidor, em grande parte, é levado pela experiência que a loja oferece a ele e nem sempre ao preço ou a determinado produto em si. Seja cauteloso!

2- Conhecimento sobre o perfil do cliente é primordial

Com as mudanças constantes no perfil do consumidor, conhecê-lo e entender as reais necessidades parece algo inalcançável. Mas não é bem assim. Hoje, diversas ferramentas estão à disposição do varejo para identificar as preferências do cliente e saber o que ele realmente ele procura. Uma delas é o Google Trends, que auxilia no monitoramento das tendências dos consumidores.

É pesquisando e analisando sobre os hábitos dele, que a loja consegue direcionar o atendimento personalizado e fazê-lo com que saia satisfeito e fidelizado ao negócio.

3- Não fique para trás. Invista em inovação!

Seja pequeno ou grande varejo, físico ou online, não dá mais para se cogitar abrir um negócio sem considerar os investimentos em novas tecnologias. O mercado carece disso e só desponta nele quem consegue inovar para melhorar cada vez mais os processos internos e a venda ao cliente.

Softwares para gestão da loja, redes sociais e até aplicativos vão impulsionar a experiência do cliente, aproximá-lo ainda mais da marca e ainda ajudar na administração dos negócios. Lembre-se de constar esses investimentos no planejamento financeiro, ainda que a médio prazo.

4 – Gerir bem o estoque poupa contratempos

Fazer uma melhor gestão de estoque demanda tempo e dedicação dos lojistas, mas acarreta bons resultados para o empreendimento. É ideal planejar o mix a longo prazo para evitar o excesso ou a falta de produtos na loja e ainda entender quais são os produtos e as categorias que mais atraem o gosto do cliente.

Existem inúmeras soluções tecnológicas que auxiliam na gestão de estoque, mas caso essa ainda não seja a realidade da empresa, é preciso ao menos anotar tudo o que entra e sai no papel ou até em uma planilha para monitorar a situação.

5 – Ser multicanal e ser mais visível ao cliente

Os clientes estão sempre em busca de praticidade. Às vezes, é muito mais prático recorrer a uma simples mensagem no WhatsApp, redes sociais ou canal de atendimento online para iniciar o processo de compra e depois ir até a loja só para buscar e pagar o produto. Isso tem sido bem comum nos tempos atuais.

Por isso, o varejista precisa ser multicanal e mostrar aos consumidores onde ele está e o diferencial que a loja oferece. Se a empresa é pequena e não cabe no momento investir também em e-commerce, manter as páginas virtuais sempre atualizadas já é uma boa saída para atrair o público digital e induzi-lo a concluir a jornada de compra no ponto de venda. Seja criativo!

6 – Ter as finanças e custos operacionais na ponta do lápis

A preocupação com as compras e gastos com investimentos é importante. Mas aquelas despesas que às vezes parecem tão irrelevantes no orçamento da loja de forma alguma devem ser desconsideradas. O varejista precisa ter todas as finanças muito bem controladas a começar pelos custos operacionais.

Com ou sem uma assessoria contábil e financeira, é bom administrar bem os gastos, ter tudo em planilha ou anotado. E não se engane em optar por esses cortes internos a priori, sempre que as coisas apertarem, porque pode inviabilizar todo o negócio. Se organize!

7 – Monitorar o fluxo de caixa para alcançar os resultados

A falta de monitoramento do fluxo de caixa é um dos erros mais clássicos cometidos pelos varejistas. O ideal é que esse acompanhamento seja feito diariamente ou semanalmente para se ter um controle de tudo o que entra e sai.

A melhor forma de alcançar os lucros é reduzindo despesas, aumentando a quantidade das vendas e ter bom senso na hora de alterar os preços dos produtos. Anote na planilha tudo e tenha em mente que o bom fluxo de caixa é a ferramenta essencial para o controle financeiro da loja.

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Nós sabemos que só ter consciência dos erros e possíveis respostas não é o bastante, dar o primeiro passo pode ser confuso se não tiver ajuda profissional. Na próxima semana apresentaremos algumas ferramentas que podem facilitar a prática das ações que comentamos acima. Fique de olho!

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