Nessa época do ano, a linha de inseticidas e repelentes representa um ganho financeiro favorável.

Já que o varejo está sempre buscando alternativas para encontrar produtos que sejam rentáveis e tenham um giro de mercado muito alto, o momento é esse.

Mas, para que isso aconteça, o varejista deve estar preparado para a demanda.

Pensando na importância do segmento para o mercado, o Flix Entrevista traz um bate-papo com o analista de Trade

Marketing do Martins, Diogo Teodoro.

Ele traz dicas e explica formas de trabalho que garantem uma maior rentabilidade para sua loja.

Os bichos estão pegando

De outubro a março são meses propícios para a venda de inseticidas e repelentes, com um pico maior em janeiro.

Tudo por causa da proliferação de insetos no período que mistura sol e chuva.

O medo das doenças transmitidas por mosquitos, como o Aedes aegypti, faz com que aumente as buscas por alternativas para eliminar esses riscos.

É um período que representa 60% das vendas do setor.

Existem produtos nas linhas aerossol, repelentes, automáticos, iscas, gás fulminante e líquidos.

É um leque de opções para o consumidor que busca uma solução eficaz para o problema com insetos.

Dentro desse período é importante que, em janeiro, o varejista esteja muito atento porque normalmente durante esses meses de sazão, janeiro é o mais relevante.

Mesmo com esse crescimento de vendas, é importante o lojista tenha um mix mais completo e trabalhar bem com a exposição dos produtos.

Poe exemplo, deixar a linha de aerossol, por ser a mais importante dentro da categoria, sempre exposta à altura dos olhos.

Um pouco mais acima os elétricos e a linha de repelentes.

Como atrair o cliente

Diferente do que muitos lojistas pensam, o consumidor que busca comprar inseticidas e repelentes não é atraído, primeiramente, pelo preço.

Existe uma cadeia de etapas que ele segue para realizar a compra.

Desde o tipo de inseto que ele quer combater, tipo do produto, marca e depois os preços.

Nós temos um viés de achar que a maioria das categorias, o primeiro apelo de compra, que a gente chama de árvore de decisão do consumidor, é o preço. Há um equívoco, porque essa é uma categoria que mostra exatamente o contrário. O consumidor quando decide pela compra ele passa por algumas etapas. A primeira delas não é o preço.

No país existem três marcas dominantes no mercado, o que já é o suficiente para atender as demandas dos consumidores.

Mas lembre-se de oferecer um mix completo de produtos que atendam aos anseios do consumidor.

Aproveitar para fazer um trabalho de marketing de oportunidade

O lojista tem que proporcionar oportunidades de novas compras.

Com isso, vem uma maior lucratividade.

Pode-se expor os repelentes junto à linha de produtos de cuidados com o Sol, como os protetores solares, ou na linha infantil, junto às loções, shampoos e sabonetes do setor.

É o chamado cross merchandising, técnica de exposição nos pontos de venda de produtos que tenham uma relação direta de consumo entre si, dando destaque entre os demais.

Serve para incentivar o consumo de um produto, quando o shopper estiver indo em busca de outro item.

São algumas dicas de exposição que acabam tornando uma categoria mais visível aos olhos do consumidor e, com isso, há um incremento, um giro, um aumento da venda do produto dentro da loja.

Quer saber mais como rentabilizar o seu negócio e trazer mais lucratividade com o setor de inseticidas e repelentes?

Acompanhe a entrevista de Diogo Teodoro no Flix do Varejo.

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