Em tempos em que as mensagens instantâneas via aplicativos ultrapassam as barreiras das relações comerciais, talvez seja comum achar que ninguém mais esteja atento à caixa de e-mail, né? Na maioria das vezes, a utilidade do correio eletrônico se resume a receber as notas fiscais do fornecedor ou enviar os relatórios mensais para o contador. Mas engana-se o varejista que limita a ferramenta a essas funções.

O envio de e-mails aos consumidores pode ser uma estratégica de marketing poderosíssima para a loja. Se você ainda não recorreu ao uso de e-mail marketing para se aproximar do público, está na hora!

A estimativa é de que até o final de 2020 haja 3 bilhões de pessoas no mundo utilizando o e-mail. Os dados são de acordo com a The Radicati Group. Outro estudo, da Email Marketing Trends, aponta que 98,7% das pessoas têm e-mail pessoal. Além disso, têm o hábito de acessá-lo diariamente como um meio de comunicação digital.

Já a Pew Research, mostrou em levantamento que 92% do público adulto online tem um e-mail. Esses números, por si só, derrubam por terra a teoria de que e-mail não é mais usual e pode sim trazer muitos resultados para o varejo.

E-mail marketing: o quê e para quê?

Essa estratégia de marketing digital auxilia no fortalecimento da comunicação da empresa e da proximidade dele com o cliente por meio da plataforma. A partir de um único disparo para o banco de dados de clientes, é possível enviar uma grande quantidade daquele conteúdo personalizado para o consumidor.

Via e-mail marketing é possível divulgar promoções, ofertas exclusivas, confirmar compras, etc. Há ainda várias ferramentas disponíveis no mercado que fazem o envio de forma otimizada. E ainda mais personalizada, inclusive com divulgação de relatório de recebimento e leitura dos e-mails. Uma ótima maneira de aferir a receptividade do cliente com o conteúdo da loja.

Liberdade para explorar a criatividade

Diferentemente das redes sociais, o e-mail permite uma infinidade de opções para criação de conteúdo, favorecendo ainda mais o processo criativo. E sabemos bem que, no mundo do varejo e do marketing, criatividade conta bastante para prender a atenção do público e fazê-lo com que se interesse pelo seu produto.

Imagens, textos com variadas fontes, links, gifs, flyers digitais e muito mais! Tudo isso pode ser explorado no espaço em branco do e-mail para uma comunicação criativa, clara e assertiva ao consumidor.

Todos os clientes recebem

Se você mantém um banco de dados atualizado da sua clientela, vai acumular ainda mais vantagens com esse recurso. Isso porque, com o envio de e-mail todos os clientes direcionados para receber a mensagem vão recebê-la. E abri-la se despertarem o interesse.

Já uma postagem na rede social, por exemplo, sem as devidas métricas de engajamento, pode atingir um percentual muito pequeno de potenciais consumidores. O algoritmo da rede social seleciona automaticamente o que é relevante para o usuário ver e interagir. Prejudicando assim o recebimento do conteúdo para os destinatários.

Por que ter?

O que alguns tratam como a “morte do e-mail” não imaginam que ele pode ser a sobrevivência das empresas em tempo de crise e com clientes indo com menor frequência ao ponto de venda devido às restrições da pandemia. As pessoas estão cada vez mais conectadas. A caixa de e-mails está na palma da mão e, a partir dos disparos, o envio é imediato.

Em 2018, a Email Marketing Industry Census mostrou que o retorno sobre investimento com o uso do e-mail marketing era de, em média, $ 32 dólares para cada 1 dólar investido em virtude de três pontos:

  • Comunicação assertiva com o cliente que está pronto para efetuar a compra ou, no mínimo, se interessa pela empresa;
  • Estudos apontam que 95% dos usuários conferem as caixas de entrada todos os dias. Ou seja, o uso diário do correio eletrônico faz do e-mail marketing parte da vida e da rotina das pessoas;
  • Melhor custo-benefício, já que o e-mail marketing é uma das ferramentas mais acessíveis, baratas e rentáveis do marketing digital.

Por todos esses motivos, o e-mail jamais deve ser dispensado das estratégias de marketing da loja. Ainda mais quando o assunto é melhorar o relacionamento com o cliente e fidelizar a marca.

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