A tecnologia tem sido cada vez mais aliada do comércio.

O problema é que da mesma forma que ela otimiza os processos internos da loja, também pode ser um mecanismo eficaz para a prática de crimes cibernéticos.

É por isso que o varejista precisa redobrar a atenção e investir em segurança para evitar dores de cabeça futuras.

O varejo desperta a atenção dos hackers – pessoas com extremo conhecimento em tecnologias e informática e que têm bastante facilidade em invadir computadores para roubar dados ou modificar sistemas – uma vez que, geralmente, há armazenamento de dados nos cadastros dos consumidores, seja na loja física ou virtual.

Os dados sequestrados costumam ser utilizados por esses “criminosos da internet” a fim de praticar outros crimes como fraudes, clonagem de cartões, efetuar compras e pagamentos em nome das vítimas e etc.

O quadro Flix Entrevista traz uma conversa exclusiva com o especialista em Tecnologia da Informação (TI), Paulo Santana.

Ele fala sobre o tema e trazer dez dicas importantes para que o varejista e a loja fiquem protegidos.

Equipe especializada

Uma das dicas essenciais e reforçada pelo especialista é ter sempre por perto uma equipe de TI para conduzir os trabalhos nessa área e orientar a todos na empresa da melhor maneira possível.

No caso de micro e pequenas empresas que não têm condições para inserir um departamento de informática, prestadores de serviço e parceiros são boas opções.

É esse tipo de profissional que fará a manutenção necessária e rotineira nas máquinas, instalará softwares confiáveis e manterá a empresa com o máximo de segurança.

Antivírus

A proteção com antivírus é muito importante, especialmente nos equipamentos que são compartilhados por outras pessoas dentro da empresa.

Antivírus gratuitos não são seguros então vale a pena investir um pouco para se resguardar da melhor maneira.

Tecnologia boa é tecnologia que funciona

Além dos ataques que vêm pela rede mundial de computadores, há casos ainda mais comuns e que acometem grande parte do mercado varejista: furtos e roubos.

Investir em um sistema eficiente de videomonitoramento muitas vezes pode ser a solução para recuperar itens levados da loja e identificar os criminosos.

A questão é que as câmeras precisam ter melhor resolução, para fins de identificação de ladrões, por exemplo.

“Quando falamos de varejo é impensável você não ter câmeras no seu ambiente. Mas um sistema que se consiga identificar a face do indivíduo. Muitas vezes falta orientação para os empresários porque não basta ter a tecnologia, você tem que utilizar da melhor forma”, ponderou Santana.

Backup

Não existe segurança 100% na internet, mas existem técnicas de reação e recuperação rápidas que inviabilizam ou minimizam os impactos de eventuais ações de hackers.

Uma delas é a utilização de backups para armazenar os dados, ou seja, fazer cópias seguras dos arquivos da empresa.

Os backups podem ser feitos de maneira manual – com o uso de dispositivos móveis como HD e pendrives – ou automática que é mais profissional, segura, porém demanda investimento financeiro.

Neste caso, os dados são armazenados em servidores locais ou serviços na nuvem que suportam maior espaço para armazenamento.

Assine o Flix do Varejo para conferir todas as dicas com Paulo Santana na íntegra.

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