A pressa não é só inimiga da perfeição como também pode atrapalhar os negócios e ser muito prejudicial à saúde.

O assunto é debatido no artigo do consultor Eugenio Mussak, que já está disponível nos conteúdos do Flix do Varejo e pode ajudar muitos empresários a lidar com esse grande mal que nos acomete no dia a dia.

A rotina atual nos leva a colocar velocidade em tudo o que fizemos.

Com a grande quantidade de tarefas e compromissos, em um tempo cada vez mais escasso, o que resta é tentar ganhar tempo seja acelerando no trânsito, desempenhando ações em curto prazo e que demandariam maior atenção ou ainda deixando a vida social e familiar completamente de lado.

Pressa é retrabalho

Só que ter pressa não pode ser confundido com pró-atividade ou produtividade, por exemplo.

É preciso dissociar esses termos para entender até que ponto a “vida corrida” está sendo de fato prejudicial no trabalho ou para a própria saúde.

“Ninguém precisa ser mero protagonista desse tempo louco, a não ser que queira por opção. Então vejamos: para começo de conversa, ser veloz não é a mesma coisa que ter pressa, fazer as coisas rapidamente não é o mesmo que terminar no menor tempo e sair na frente não garante chegar primeiro. Há uma certa dose de relatividade nessa história toda”, destaca Mussak.

No meio corporativo, a atitude sem pressa não diminui a produtividade e ainda aumenta a qualidade.

Evita o risco, a insatisfação e a necessidade de ter que refazer o trabalho.

Fechar o caixa, fazer planilhas, contagem de estoque… esses são apenas alguns exemplos que se demanda atenção.

Executar essas funções com pressa só aumenta o risco de erros e coloca em cheque todo o trabalho.

Ou seja, é muito melhor administrar o tempo da melhor maneira possível para evitar falhas e eventuais dores de cabeça.

Um exemplo inviável

O artigo traz como exemplo a iniciativa do engenheiro americano Frederick Taylor que no século 20, criou as bases da administração moderna com o intuito de otimizar o trabalho dos operários em uma fábrica.

Foi estabelecida uma relação matemática entre a produção que eles conseguiam executar e o volume de recursos que utilizavam para isso.

O engenheiro então considerou o tempo como o mais importante entre todos os recursos.

A partir de então se estabeleceu a cultura do século que se iniciava sobre fazer mais, em menos tempo.

“A má interpretação de sua ideia acabou por criar um caos comportamental que se refletiu em pessoas apressadas, neuróticas e infelizes”, ponderou Mussak.

Qualidade de vida

De acordo com o articulista, ter uma atitude sem pressa significa colocar mais atenção no que se está fazendo e dedicar o restante do tempo para os valores cada vez mais esquecidos como a família, os amigos, o lazer, a cultura e os passatempos.

O resultado disso é com certeza um ser humano menos estressado e neurótico, mais leve, mais
feliz e, consequentemente, mais produtivo.

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