Observando o cenário mercadológico atual, o varejo do meio, também conhecido como mercado de bairro, não consegue receber atendimento adequado das indústrias e distribuidoras.

Um erro por se tratar de um grupo que pode ser considerado a base da pirâmide de vendas.

Um estudo da Supermercado Moderno mostra que esse consumidor do varejo do meio é, na sua maioria, homem com idade entre 18 a 35 anos.

“É onde ele busca seja o refrigerante, a cervejinha do final de semana, o carvão, até mesmo a carne. É uma segurança que ele tem a mais de não ter que gastar, porque querendo ou não, onera um custo a gasolina de sair para um grande player, sendo que perto de casa ele um à disposição”.

Essas são as palavras da Adriana Rodrigues, supervisora de Trade Marketing em um bate-papo bastante esclarecedor no quadro Flix Entrevista sobre esse tema, varejo do meio.

Quem é o varejo do meio?

Podemos entender o varejo como uma pirâmide. No topo, as grandes marcas e redes consagrada.

Na base está o comércio de médio e pequeno porte, conhecido como varejo do meio.

O varejo do meio é aquela loja que tem de 1 a 4 checkouts, com um atendimento mais pessoal e confortável para o cliente.

Esse é o diferencial, a receptividade.

Com isso, ele sempre busca um fornecedor que esse cliente quer, pois já sabe os gostos dos moradores da redondeza.

É formada pelo comércio de bairro, um estabelecimento menor, ou até mesmo aquela portinha que venda alguma coisa para alguém.

Hoje existe uma grande diferença. O consumidor busca aconchego, um atendimento diferenciado seja no hortifruti, na padaria. Quantas vezes eu já conversei com clientes quando eu era vendedora onde o próprio cliente falava “Hoje eu quero comer broa”, e produzia-se a broa para aquele cliente. Então assim, é algo diferenciado.

Dificuldade com a indústria

As empresas do varejo do meio não recebem o atendimento correto.

Para esse varejista, assuntos como tecnologia, inovação, estratégia, branding, fogem da sua realidade de mercado.

É necessária uma quebra de cultura, foco e investimentos que muitas vezes são difíceis para a empresa.

Hoje existe uma tendência de consultores de venda, seja o atacado, seja distribuidor, seja da própria indústria. Algumas pequenas indústrias têm a necessidade de estar atendendo esses pequenos varejos. Por exemplo, fornecedores de ovos. Eles vão de porta em porta para entregar esse serviço de venda, de consultoria, informando que é preciso, mas assim, o próprio Flix é um canal muito informativo, onde ele encontra as informações necessárias e o que é preciso para se manter antenado nesse mercado que movimenta muito e o consumidor está cada vez mais exigente e “mimado”.

Esse tipo de mercado encontra dificuldades na hora de buscar fornecedores.

No Brasil até pode-se encontrar alguns movimentos que buscam marcas que atendam suas necessidades, dentro do seu tamanho de negócio.

Mas para isso precisa também que haja uma mudança na mentalidade do empreendedor, para potencializar o seu negócio.

Essa é uma prévia do assunto, que você confere na íntegra acessando o Flix do Varejo.

Corre lá e confira a entrevista completa da supervisora de trade marketing Adriana Rodrigues no Flix Entrevista.

1 COMENTÁRIO

  1. Bem isso!
    Às vezes o mercadinho ou “venda” , como é conhecido o negócio de pequeno porte abastece seu estoque em mercados maiores por não ter a visita da empresa fornecedora de muitos produtos. Devido a isso, estes estabelecimentos ficam restritos por não terem bons preços nem variedades.

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